13 março 2009

Flertando com Jung




Os cursos de férias da Estácio de Sá, aqui no Rio, são sempre surpreendentes e muitas vezes agradáveis. Pessoas que abrem mão de uma praia ou algum passeio para refletir sobre A LINGUAGEM SECRETA DOS SONHOS ou INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA JUNGUIANA, disciplinas que tenho o prazer de ministrar, têm realmente alguma motivação interior muito especial.

Em janeiro de 2009, compareceu uma aluna sempre atenta e curiosa, estudante de Psicanálise e interessada em conhecer um pouco mais da Psicologia Junguiana (Analítica). Sua capacidade de apreensão e interesse logo sobressairam, além do importante aspecto de grande clareza das idéias e por apreciar o conhecimento aberto. Sim, a capacidade de questionamento e as interrogações eram por ela valorizadas, apreciando a percepção do conhecimento humano como um somatório de várias experiências pessoais, sem se fixar em dogmas ou nos limites do aprendizado.

Surpreendeu-me, após o curso, ver um artigo feito por ela, mostrando também sensibilidade e vontade de participar suas experiências no campo do conhecimento humano com outras pessoas.

Vamos logo a esse artigo que a autora teve a gentileza de liberar para publicação aqui neste blog:



FLERTANDO COM JUNG

Por Vanessa Souza, jornalista e estudante de Psicanálise Clínica.


Freud e Lacan que me perdoem. Confesso minha infidelidade. Nas últimas semanas eu andei flertando com Jung. Ainda não estou tomada de paixão, mas sinto, como Bogart em Casablanca, que esse é o começo de uma grande amizade.

Nas últimas semanas participei de uns cursinhos de férias de uma universidade carioca, 16 horas cada um. Quase um cursinho pré-vestibular sobre cada tema. O básico-do-básico-do-básico. Mesmo com toda a pressa, deu para “desconfiar” de muita coisa.


Introdução à Psicologia Junguiana foi um deles. Nem sei por quais motivos nunca havia estudado Jung. Depois da primeira aula, até descobri que tinha um pequeno volume, do tipo resumo-do-resumo, sobre as teorias dele. Logo no prefácio, o autor já avisa que Jung era o Lado B da psicanálise: confuso, bígamo e ex-discípulo de Freud.


Carl Gustav Jung nasceu em 1875, na Suíça – só para situar o leitor. Estudou medicina, tornou-se psiquiatra e em 1906 trocou a primeira carta com Freud – precursora de uma vasta correspondência. O primeiro encontro pessoal dos dois durou 13 horas. Eita cafezinho longo! A amizade não durou muito. Jung divergiu das idéias de Freud e, em 1913, Sigmund rompeu com o pupilo. Jung ficou anos deprimido por conta dessa cisão.


Uma das coisas que mais me chamou atenção na obra de Jung foram os arquétipos. Perdoem-me se eu for muito didática, mas meu conhecimento sobre o tema não me permite maiores termos-técnicos-que-mostram-que-o-autor-sabe-tudo. Arquétipo é tudo aquilo que é basilar para o ser humano, que é universal. Quando nascemos teremos todas as experiências básicas/arquetípicas que estão previstas, no mundo mental, biológico e os instintos. Os arquétipos são tijolinhos vazios, onde cada um coloca sua massa de experiências, sua tinta. O arquétipo é bipolar, tem seu lado bom e ruim. Como o arquétipo da mãe nutritiva e o da mãe devoradora – aquela que alimenta e aquela que sufoca. Quem não tem uma delas? Ou as duas, alternadamente.


Outro conceito de Jung que eu adorei é a sombra. Para Jung, a sombra é tudo aquilo que o indivíduo não queria ser. Ou seja, o que ele deseja jogar para baixo do tapete – “O complexo de sombra pode se compor tanto de conteúdos que nunca estiveram na consciência como daqueles que foram reprimidos por estarem em desacordo com a identidade construída pelo ego”.


Os tipos psicológicos, que eu já tinha ouvido tantos psicólogos falarem, só ficaram claros agora. São quatro as funções da consciência: sentimento (que confere diferentes valores às experiências), pensamento (que apreende os significados), sensação (a apreensão por meio dos sentidos) e a intuição (que capta as possibilidades futuras e o “clima” do ambiente). O pensamento e o sentimento são racionais, sensação e intuição, irracionais.


No fim das contas, resultam em oito os tipos psicológicos, pois cada uma das quatro funções da consciência podem ser extrovertidas ou introvertidas – as atitudes do eu. Resumidamente, no extrovertido a energia psíquica é voltada para o mundo dos objetos e acontecimentos exteriores, aos quais ela se liga e dos quais depende; já o introvertido é voltado para os objetos internos ou subjetivos, que determinam o comportamento.


Para concluir, o que ocorre é que uma das funções se desenvolve e serve como a principal forma de adaptação do indivíduo. Duas outras funcionam como funções auxiliares e a quarta fica pouco desenvolvida, tornando-se próxima do inconsciente. Agora eu entendo como alguém pode ser puro sentimento e ser capenga no pensamento. Ou qualquer variação sobre o tema.

10 março 2009

A Caverna (4). Lenda Carajá do Brasil.



OBS: É melhor que os artigos sobre o tema Caverna (1, 2, 3 e 4) sejam lidos nesta ordem.




É importante realçar alguns detalhes da lenda de origem dos Carajás. Inicialmente, a referência à caverna, remetendo-nos ao sentido feminino de útero gerador e também transformador, é visto desde os mitos milenares, inclusive de Platão. Trata-se da ressonância do que é universal e humano reverberando em toda parte e culturas diferenciadas, de forma a mostrar o que cada ser individual tem em comum com toda a humanidade.

O mundo das águas é considerado local de origem da vida, sendo o rio um manancial que busca a grande fonte e o seu destino: o misterioso mar. Os antigos Inan (Carajás) estavam em associação com esse mundo idílico de sonho e fantasia onde não havia sofrimento nem fome. As necessidades eram supridas naturalmente por uma proteção superior, não havia o menor trabalho. Bastava sentir fome que a comida estava logo disponível, sem necessidade de qualquer outra preocupação. No início tudo era assim: bondade e maravilha, em um estado de enorme dependência e cuidados que surgiam como bênçãos.

O barro lembra a matéria prima da vida, a argamassa a ser trabalhada, apresentando-se na forma maternal côncava de uma panela sempre disponível com a nutrição desejada. A divindade primordial cuidava de todos, mas assim o desenvolvimento individual não ocorria, o que se manifestava também no aspecto físico com a aglomeração de gorduras de forma generalizada entre os Inan.

Após algum tempo nesse estado de paralisia, era natural que surgisse certa inquietação. Há sempre um componente que percebe intuitivamente as possibilidades de mudanças. Afinal, “fora das águas” daquele mundo inconsciente parecia haver oportunidades para o novo e também acontecimentos mais subjetivos que estimulassem as escolhas individuais. Seria a possibilidade de obtenção de consciência?

Mas ninguém jamais retornara desse lugar! Parece ser assim um caminho sem volta, ou seja, certo desenvolvimento que não admite retrocesso. E curiosidade humana é assim: desperta devagar e toma conta. Só é possível contê-la na sua origem. E esse não foi o caso de Kboi ao ser contaminado pela criatividade e vontade de ser senhor do seu destino. A aventura o chamava e nada melhor do que prosseguir com um amigo cujas características completassem a si mesmo, pois se um era introvertido, o outro, U-ô-Ubedô conseguia espontânea extroversão e coragem exterior.

Esta complementaridade psicológica foi vista também no mito grego de Prometeu, que formava certa unidade com seu irmão Epimeteu. O primeiro pensava antes e agia depois, ao passo que Epimeteu partia logo para a ação (Pro + meteu = o que pensa antes, Epi = depois). Kboi pensou muito antes de agir, mas, ao chegar aonde o rio era mais fundo e a água mais escura, foi a ação do seu amigo, melhor preparado para as aventuras no mundo exterior, que se mostrou viável. Ele estava mais apto e equipado para ultrapassar a fenda que separava os dois mundos.

Sentir movimentar-se nas águas é uma situação nova e muito diferente que a estagnação sob as águas. Só assim foi possível chegar à terra firme, caminhar ereto e sentir a capacidade renovadora e refrescante do vento atingindo o corpo e a alma. A exploração desse novo cenário foi algo deslumbrante, mas os animais não surgiram nesse primeiro momento. Apenas a vegetação e a falta da panela de barro! A sensação de fome e dor, como enfrenta qualquer bebê, mostra o início do entendimento de que a situação realmente se modificara por completo e não apenas a paisagem externa.

O novo traz necessidade de adaptação e qualquer dificuldade nos leva a certa regressão da libido (energia psíquica) e para estados anteriores vividos. É o recuar para melhor saltar como possibilidade para viabilizar o futuro. A alternativa foi voltar até onde permanecia seu amigo, onde os dois vivenciaram a insegurança e a incerteza da nova situação.

Kboi tinha capacidade concreta e habilidades de movimentação no mundo interior e materno como origem da vida. Assim ele retorna ao seu núcleo central nas camadas mais profundas da sua psique para buscar inspiração e “pedir conselhos” da sua divindade Kanansiuê. Entretanto o herói percebe que o mundo físico e externo segue as suas próprias leis sem a ação direta do seu deus. Em termos psicológicos, o mundo da consciência tem a ação do eu (ego) que é o seu centro diretor para agir e fazer suas escolhas: aí os poderes “divinos” (do Si-mesmo ou Self) ficam limitados. Assim Kboi percebeu que o Grande Pai não poderia para proteger seus filhos no mundo fora do paraíso, ou seja, da consciência. Nesse mundo real e concreto cada um deveria assumir as responsabilidades por suas escolhas que fossem frutos do próprio conhecimento a ser adquirido.

Sentindo-se no caminho sem volta para a sua tomada de consciência, o jovem carajá mostrou obstinação e concentrou suas energias. Ele se fortaleceu com outros componentes da sua própria tribo, que o ajudou a encontrar seu amigo para então fundarem, no “barranco mais alto”, a primeira aldeia em terra firme.

A liberdade trouxe trabalho, riscos e necessidade de ampliação do conhecimento sobre a própria vida. Tornou-se necessário investigar o que era bom e o que era mau. Mas o deus Kanansiuê, como uma luz interior que se mantinha presente, não os abandonou, como pai verdadeiro nunca abandona seus filhos, trazendo-lhes a ajuda através do urubu-rei.

O auxílio simbólico de uma ave, mesmo que um abutre tão necessário ao equilíbrio da natureza, mostra a interferência de um ser ligado ao elemento ar. Mesmo com suas limitações, ele pareceu ser adequado para trazer capacidades de discriminação e diferenciação para a obtenção do conhecimento e garantia da possibilidade de vida. Função tipicamente do logos relacionado ao desenvolvimento do componente masculino.

Os aspectos femininos ficam mais bem demarcados na última variante da lenda apresentada. A escuridão, que predominava, estava relacionada com esse elemento, como também a própria terra a ofertar os alimentos na forma de frutos e raízes. Não havia ainda um raio de luz para clarear a consciência e trazer as possibilidades de aumentar a sabedoria no convívio com as novas situações. Como o jovem ainda não tinha o necessário discernimento, critério ou juízo de valor, alimentou-se com mandioca brava, o que comprometeu seriamente sua saúde.

O limitado aspecto masculino e rudimentar do conhecimento representado pelo urubu mostrava-se no modo de a ave se movimentar em passo desengonçado e saltitante. Entretanto, o menino já desenvolvera certas capacidades, o que ficou estabelecido na sua busca da composição com seu elemento feminino. Este surge na forma da menina com a qual se casou e a também na figura da mãe dessa jovem.

O objetivo era se livrar da escuridão que impregnava o mundo sem graça e sem vida, precisando de “enfeites” para ser ornamentado e também permitir a expansão da existência. As luzes das estrelas, da lua e do sol mostram a evolução das possibilidades de maior observação, análise, discernimento e conhecimento que podem ser proporcionadas pela consciência, cuja simbologia aponta exatamente para o sentido de luz. Onde se faz a luz é possível a formação da consciência.

Assim o ser humano, na medida das suas condições internas e externas, pode nascer e morrer, cumprindo a meta primordial da vida: a ampliação da consciência.


Ref.
ARAÚJO, Alceu Maynard. Brasil, histórias, costumes e lendas. São Paulo: Editora Três, sem data.

04 março 2009

A Caverna (3). Lenda Carajá do Brasil, outra versão.


Obs: É melhor que os artigos A Caverna 1, 2, 3 e 4 sejam lidos na sequência.


Há outras versões da lenda sobre a origem dos antigos índios carajás. Essas estórias diferentes apenas fortalecem o conteúdo simbólico de todo o conjunto. Vale a pena apreciar e verificar como podem se complementar ou mesmo amplificar o conteúdo.

Esses povos indígenas vieram do Furo das Pedras, originando-se de um local debaixo d’água. Nesse mundo subterrâneo, a luz penetrava enquanto na superfície era noite. Eram então muito felizes e morriam de velhice só mesmo depois de terem cansado de viver. Certo dia um grupo resolveu sair de lá e passaram a habitar a terra. Entretanto um deles, por ser muito robusto, não conseguiu passar pelo furo da pedra, ficando ali entalado. Os que subiram trouxeram-lhe frutos, comidas e galhos secos de árvores. Ele se surpreendeu e alertou: “Vejam esses galhos secos das árvores, lá as coisas morrem! Não quero mais prosseguir. Voltem para nosso lugar onde viveremos para sempre.” Mas ninguém o ouviu e ele voltou para o fundo do buraco.

Os carajás que passaram pelo buraco tiveram que se acostumar com os períodos de escuridão e se alimentavam com raízes e frutos do mato que precisavam ir catar.

Em certa ocasião, um menino chegou, viu uma menina, achou-a bonita e com ela se casou... Depois ele mandou que ela fosse buscar frutos (ao mato), mas estava tudo escuro. A mãe da menina se aproximou, desejando ajudar, mas como estava escuro para colher frutos, machucou a mão nos espinhos. Nada podiam fazer por conta da penumbra, de modo que teriam de esperar que aparecesse pelo menos um raio de sol para clarear.

Aí a mãe resolveu mandar o menino buscar raízes. Com a escuridão, ele pegou a primeira raiz de mandioca que conseguiu achar e comeu. Mas era mandioca brava, o que o levou a passar mal, ficando deitado de costas.

Logo chegou um urubu, vindo com o seu passo desengonçado, dizendo para os outros: - “Ele não está morto, ainda se move.” O menino continuava deitado de costas, com os olhos piscando. Chegaram mais urubus voando ou saltitando pelo chão para beliscar e bicar o garoto.

Enquanto isso, um caracará muito cuidadoso ficou voando em redor, observando. Chegou mais perto do menino e gritou para os urubus: - “Cuidado, ele está vivo!” Os urubus em coro responderam: - “Ele está morto!” E a discussão virou a maior confusão: - “Ele está morto! Ele está vivo!” Para acabar com aquela bagunça, o carcará foi buscar o urubu-rei, que atestou estar vivo o menino.

O caracará resolveu buscar o avô do urubu-rei, de bico vermelho e o cabelo ralo, que chegou e disse: - “Ele está morto!” E rapidamente pousou sobre a barriga do menino. Então ouviu-se um estalo... O menino pegou o urubu-rei com as mãos. Ele se debateu, esperneou, quis fugir, mas estava seguro. Então o menino disse ao urubu-rei: - “Quero enfeites!” E o urubu-rei respondeu: - “Vou trazer!” E trouxe as estrelas do céu. O menino não gostou porque continuava escuro: - “Quero outro enfeite!” O urubu trouxe a lua. E o menino respondeu: - “Também não serve, ainda está escuro!” Então o urubu-rei trouxe o sol. E o menino ficou contente porque tudo ficou claro. Era o dia.
A mãe se aproximou do urubu-rei, que passou a ensinar-lhe a utilidade de todas as coisas. Então o menino soltou o urubu-rei. Nisso a mãe lembrou-se de perguntar qual era o segredo da eterna juventude. O urubu respondeu, mas infelizmente ele estava tão alto que muitos ouviram a resposta: as árvores, os peixes, os animais. Infelizmente, pela altura em que ele voava, a mãe e o menino não conseguiram ouvir o que o urubu disse naquele momento.
É por isso que envelhecemos e morremos.

Assim se encerra a lenda. Certamente muitas crianças atuais gostariam de ouvir estórias assim: por que não contar para elas? E os adultos são levados à profunda reflexão sobre o sentido de todas essas coisas.

Estas são aventuras e acontecimentos fantásticos transmitidos pela tradição carajá. Podemos perceber a estrutura básica dos mitos consagrados desde a antiguidade, tratando-se, como eles, de narrativas cosmogônicas (origem da ordem e do mundo) ou de ampliação da consciência. Esses são os aspectos basilares dos mitos, mostrando a formação do cosmos, que equivale na Psicologia Junguiana à formação da consciência.

A noção geral de caos remete à noção de confusão geral dos elementos antes da formação do mundo, onde imperava certa desordem. É dessa indiferenciação inicial que lentamente se estabelece certa ordem, arranjo e estruturação. As coisas e seres parecem ter melhor definidos os seus lugares, podendo estabelecer sua existência individual. Os seres humanos passam a ter noção da sua consciência individual e coletiva, ainda que nos primeiros e primitivos estágios tudo ainda fosse percebido com certo grau de confusão e indiferenciação.

Olhando para os dias atuais, antes de o bebê desenvolver os primeiros sinais da sua percepção ou da sua consciência, há de se observar que o mundo já estava ali com todos os atores e cenários próximos: mãe, pai, avós, tios, casa, aparelho de tv, videogame e tudo o mais. A formação da consciência é um ato criador do mundo no sentido de visão e experienciação com esse mundo. Passará toda a existência e certamente o novo ser não conseguirá tomar conhecimento de todos os detalhes e potencialidades do mundo em que vive.

Os passos da sua evolução são muito lentos, meses se transcorrem até o bebê estabelecer a sua incipiente noção de identidade. No início, é tudo muito misturado e indiferenciado, pois ele próprio, a mãe e o mundo se confundem, estando amalgamados e anelados. É como se o mundo fosse sendo criado progressivamente. Assim, cada início ou ampliação da consciência corresponde a um ato de criação do mundo que assim vai sendo descoberto.

A formação da consciência individual caminha na mesma proporção da consciência coletiva de uma sociedade, povo ou nação. Afinal o que o grupo conhece do mundo é o que pode ser passado para os bebês das novas gerações. Cada ser humano que nasce traz suas capacidades humanas, tanto corporais como psíquicas. Cabe desenvolvê-las no seu meio e nas relações pessoais e culturais, pois sem essa troca qualquer processo de desenvolvimento permanecerá estagnado em algum ponto.

(continua)


Ref.
ARAÚJO, Alceu Maynard. Brasil, histórias, costumes e lendas. São Paulo: Editora Três, sem data.